Autoestima e autoconfiança
Para quem convive com uma voz interna dura demais e gostaria de construir uma relação mais saudável consigo mesmo.
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A forma como você fala consigo mesmo
A autoestima não é sobre achar que se é melhor do que os outros, nem sobre repetir frases positivas. Ela aparece na forma como você interpreta os próprios erros, recebe elogios, se posiciona e decide o que merece.
A Terapia Cognitivo-Comportamental trabalha crenças e padrões de pensamento que podem contribuir para uma visão negativa de si mesmo, favorecendo uma relação mais saudável consigo.
Esses padrões costumam ter história: foram aprendidos em algum contexto e se mantiveram por repetição. Compreender essa origem é parte do que permite construir outra forma de se enxergar.
o que costuma aparecer
Como isso costuma se manifestar
Autocrítica dura
Uma voz interna que cobra e desqualifica muito além do que você diria a outra pessoa.
Dificuldade com elogios
Reconhecimento que não entra: sempre há uma explicação para diminuir o mérito.
Medo de julgamento
Decisões tomadas com base no que os outros vão pensar.
Comparação constante
A régua sempre no outro, e a sensação de estar sempre atrás.
Dificuldade de se posicionar
Engolir opiniões e necessidades para não gerar desconforto.
Necessidade de aprovação
O próprio valor dependendo da validação de quem está por perto.
na prática
O que a terapia trabalha
- Identificar as crenças centrais sobre si mesmo e de onde elas vieram.
- Reconhecer os padrões de pensamento que sustentam a visão negativa.
- Desenvolver formas mais justas de avaliar os próprios resultados.
- Fortalecer autoconfiança na prática, em situações concretas do dia a dia.
- Trabalhar o posicionamento e os limites nas relações.
dúvidas frequentes
Perguntas sobre autoestima e autoconfiança
Se a sua dúvida não estiver aqui, me chame no WhatsApp — respondo pessoalmente.
Não necessariamente. São coisas distintas, ainda que possam aparecer juntas. A avaliação inicial serve justamente para entender o quadro antes de qualquer conclusão.
Não. Padrões de autocrítica costumam ser aprendidos e mantidos por repetição, e não se resolvem por força de vontade. É por isso que existe um trabalho estruturado para eles.
Sim, e é o mais comum. Autoestima costuma aparecer atravessada com ansiedade, relacionamentos ou questões de trabalho. Os objetivos são definidos a partir do seu caso.
Dê o primeiro passo de cuidado.
Atendimento presencial na Av. Presidente Kennedy, no bairro Campinas, em São José/SC, e online para toda a Grande Florianópolis.